quarta-feira, 28 de setembro de 2011
O direito a ser alguém

Por mais pequeno que seja um país, tem sempre tendência a querer afirmar a sua independência e soberania;
Há aqueles que o querem fazer mas não são um país, não são um Estado, não constituem algo reconhecido internacionalmente;
É esse o caso da Palestina! Um sítio onde nascem terroristas, para uns, um sítio que sofre do terrorismo internacional, para outros.
O que a Palestina sofre hoje, é um terrorismo encapotado chamado de "negociação"; é essa a forma que os EUA e Israel usam para prolongar a tristeza de um povo que não merece sofrer!
Logo em 1917, um ministro britânico disse: "O governo de sua majestade encara favoravelmente o estabelecimento de um lar nacional para o Povo Judeu...", ou seja, já em 1917 se apoiava a ocupação da palestina por parte de um povo de costumes, cultura e religião diferentes. A situação não faz sentido, nem fez sentido à época. Mas o que importa?
Qualquer indivíduo minimamente pensante, reconhece a falta de argumentos por parte de Israel, para ocupar território palestiniano; de facto, os representantes israelitas não tem mais argumentos paa justificar algo que não precisa de explicação.
Há décadas, um território foi ocupado indevidamente; um povo ficou sem casa, um povo foi reprimido, um povo foi julgado, um povo foi humilhado; Não há negociação possível! O mais justo que se podia fazer, era dar aos palestinianos aquilo que lhes pertence;
Há 2 dias, em plena discussão sobre o Estado palestiniano na sede da ONU, veio a público uma notícia que revelava a construcção agendada de quase 2.000 casas em território palestiniano, por parte do Estado de Israel;
A construcção dessas casas ainda não começou, mas com certeza que irá avançar, e será concluída. Não há "mão forte" por parte das instituições internacionais neste caso, nem sequer há "mão"! Não há culpados, não há crime, não há território palestiniano.
Ilusão, é pensar que todos os povos podem ter independência e soberania.
Há dias, ouvi o deputado europeu Paulo Rangel, do PSD, a dizer que a concepção de "Estado soberano" é muito bonita, mas não existe mais, nem deve existir.
Pois, parabéns! Deve existir, mas não existe!
Pensar que a Palestina vai ser um Estado como outro qualquer, é agora pura utopia, visto que basta a oposição de uma delegação na ONU para que tudo fique em "águas de bacalhau", os EUA votam contra, isso é certo.
De qualquer forma, não devemos perder a esperança de um dia ver uma Palestina com direitos, com o direito a ser alguém; uma Palestina com direito a ser tratada como deve ser.
Há aqueles que o querem fazer mas não são um país, não são um Estado, não constituem algo reconhecido internacionalmente;
É esse o caso da Palestina! Um sítio onde nascem terroristas, para uns, um sítio que sofre do terrorismo internacional, para outros.
O que a Palestina sofre hoje, é um terrorismo encapotado chamado de "negociação"; é essa a forma que os EUA e Israel usam para prolongar a tristeza de um povo que não merece sofrer!
Logo em 1917, um ministro britânico disse: "O governo de sua majestade encara favoravelmente o estabelecimento de um lar nacional para o Povo Judeu...", ou seja, já em 1917 se apoiava a ocupação da palestina por parte de um povo de costumes, cultura e religião diferentes. A situação não faz sentido, nem fez sentido à época. Mas o que importa?
Qualquer indivíduo minimamente pensante, reconhece a falta de argumentos por parte de Israel, para ocupar território palestiniano; de facto, os representantes israelitas não tem mais argumentos paa justificar algo que não precisa de explicação.
Há décadas, um território foi ocupado indevidamente; um povo ficou sem casa, um povo foi reprimido, um povo foi julgado, um povo foi humilhado; Não há negociação possível! O mais justo que se podia fazer, era dar aos palestinianos aquilo que lhes pertence;
Há 2 dias, em plena discussão sobre o Estado palestiniano na sede da ONU, veio a público uma notícia que revelava a construcção agendada de quase 2.000 casas em território palestiniano, por parte do Estado de Israel;
A construcção dessas casas ainda não começou, mas com certeza que irá avançar, e será concluída. Não há "mão forte" por parte das instituições internacionais neste caso, nem sequer há "mão"! Não há culpados, não há crime, não há território palestiniano.
Ilusão, é pensar que todos os povos podem ter independência e soberania.
Há dias, ouvi o deputado europeu Paulo Rangel, do PSD, a dizer que a concepção de "Estado soberano" é muito bonita, mas não existe mais, nem deve existir.
Pois, parabéns! Deve existir, mas não existe!
Pensar que a Palestina vai ser um Estado como outro qualquer, é agora pura utopia, visto que basta a oposição de uma delegação na ONU para que tudo fique em "águas de bacalhau", os EUA votam contra, isso é certo.
De qualquer forma, não devemos perder a esperança de um dia ver uma Palestina com direitos, com o direito a ser alguém; uma Palestina com direito a ser tratada como deve ser.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
HOWL - estreou ontem
'Howl' ou 'Uivo', estreou ontem em dois cinemas em Portugal, (um em Lisboa, outro no Porto). Sobre a vida/juventude de Allen Ginsberg, com destaque para o momento do julgamento a que a editora que publicou o polémico Howl, foi sujeita, defendendo-se contra acusações de falta de valor literário, obscenidade barata e gratuita.
Trailer do filme:
Entrevista ao protagonista, James Franco:
Trailer do filme:
Entrevista ao protagonista, James Franco:
sábado, 17 de setembro de 2011
As esquerdas

Aqueles que adoram a democracia e se confessam de esquerda, assistem incrédulos ao actual estado das coisas.
Por um lado, temos a catástrofe da austeridade, anunciada pelos partidos do círculo do poder, e as suas consequências devastadoras a nível social e até económico.
Basicamente, a austeridade é a destruição da economia e de tudo o que é social, em prol da manutenção das finanças;
Neste momento difícil, as esquerdas dividem-se; é talvez graças a essa divisão que conseguimos distinguir as esquerdas, das esquerdas;
Actualmente, na minha opinião, encontramos as esquerdas europeias divididas em 3.
A 1ª esquerda representa os falsos sociais-democratas que se dizem de esquerda, como é o caso do PS português e francês;
A 2ª esquerda engloba os partidos sociais-democratas, verdadeiramente de esquerda, e os socialistas com tendência a participar em coligações governamentais;
Em 3º, e último lugar, encontram-se os partidos socialistas e comunistas, envelhecidos, inúteis e sectários, que se auto-excluem do exercício da democracia (São raros na Europa, mas existem);
Em tempos díficeis, como este, era imperioso que surgissem convergências à esquerda para dar uma resposta mais humana e patriótica a esta crise neo-liberal, sem acrescentar austeridade e desemprego à mesma.
- Os partidos que pertencem ao 2º grupo, de que falei à pouco (sociais-democratas de esquerda e socialistas), assistem com grande esperança e confiança ao que se passa neste momento em países como a Islândia, Finlândia e mais recentemente na Dinamarca.
O que se está a passar nesses 3 países, são convergências de esquerda, com atitudes positivas;
A Islândia, aquando das primeiras notícias sobre crise financeira, tomou medidas.
Na Islândia, as políticas mudaram radicalmente, e os islandeses optaram pela esquerda, tirando a direita do poder;
A esquerda islandesa uniu-se em pontos estruturais e formou um governo de progresso e investimento público, como resposta ao desemprego, por exemplo.
O sistema tornou-se mais democrático e os islandêses têm daqui para a frente, uma última palavra em todos os assuntos.
Recusaram a "ajuda" do FMI, talvez por serem inteligentes, não sei.
Na Finlândia, o cenário repetiu-se.
O centro-direita, os sociais-democratas e as alianças à esquerda, uniram-se para derrotar a extrema-direita, que conseguiu um crescimento preocupante;
O novo governo finlandês, tomou medidas que dão esperança a qualquer pessoa de esquerda, com o mínimo de preocupação no futuro da Humanidade;
Em plena crise, aumentaram as pensões e o subsídio de desemprego; algo impossível de ser feito, dizem os nossos sociais-democratas.
Já na Dinamarca, aconteceu algo igualmente extraordinário;
Os sociais-democratas, derrotaram o poderio dos liberais de direita, que tornaram a Dinamarca xenófoba durante 10 longos anos.
Pensam agora, mesmo com uma maioria absoluta, em coligações com os partidos à sua esquerda, como o Partido Socialista Popular e a coligação "Verde-Vermelho";
Obviamente que para um partido partilhar o poder numa coligação, tem que ter pouca "sede de poder", mas necessita acima de tudo de um grande altruísmo político, para esquecer algumas medidas que dificultariam a sua união com outros partidos de esquerda.
Uma coligação não se faz com o programa de um partido, mas sim de vários.
Por essa razão, é necessário entendimento, cedência e o tal altruísmo político.
Em Portugal as esquerdas não se unem.
Temos um PS que assina memorandos neo-liberais e diz que defende os interesses do país, colocando as pessoas em primeiro;
Temos um Bloco de Esquerda que não apresenta a tal cedência e entendimento;
Temos um PCP que se insere no 3º grupo que referi no início;
Assim, nunca vamos mudar nada, nem sair da sepa-torta.
As eleições na Noruega estão marcadas para Outubro.
Querem apostar que ganha a esquerda?
Este texto não está escrito segundo o novo acordo ortográfico, e é também possível que contenha imensos erros ortográficos;
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
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